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Início: Outubro 1999;
Escopo: Outubro 2003;
Espaço: 48 meses (diferido por 1 ano – Outubro 2004)

Trata-se de singular plano co-financiado a 75% pela Ligação Europeia e a 25% velo Gestão Regional da Madeira.

O forçoso alvo do plano consiste na conservação de espécies vegetalidade prioritárias e raras do arquipélago da Madeira, bravo porquê recobramento de habitats naturais, evitando a prejuízo de recursos genéticos vegetalidade.

Os resultados esperados consistem primordialmente na conservação a central e comprido prazo da volubilidade genética de espécies vegetalidade prioritárias e raras, endémicas do arquipélago da Madeira; no reforço de populações de espécies prioritárias e raras endémicas do arquipélago da Madeira; na recobramento de habitats no Porto Venerável (Pico Alvo).

A           biodiversidade do arquipélago da           Madeira tem sofrido ao comprido dos tempos singular barranco quantitativo e qualitativo ao nível do ecossistema, habitat, casta, população e gene. Consequentemente observa-se uma enfraquecimento do algarismo de indivíduos de algumas espécies vegetalidade, tornando-se vulneráveis ou ameaçadas e outras extintas. Por formato a se saber a efectiva conservação de espécies fortemente ameaçadas de anulação tais porquê, Aichryson dumosum (Lowe) Praegr., Andryala crithmifolia Ait., Chamaemeles coriacea Lindl., Cheirolophus massonianus (Lowe) A. Hans. et Sund., Convolvulus massonii Dietr., Geranium maderense P. F. Yeo, Jasminum azoricum L. e Pittosporum coriaceum Dryand. ex Ait., é improrrogável saber a volubilidade genética das suas populações no arquipélago da Madeira, implementar e desenvolver acções de uma formato integrada.

Relativamente ao labor a implementar no Porto Venerável, oriente incidirá quase somente na recobramento do sonegado planta do Pico Alvo.

O Pico Alvo com uma altitude anexim de 450 m, situa-se na margem NE da Ilhéu do Porto Venerável, apresenta uma superfície de aproximadamente 133 ha, distribuída pelas quadrículas UTM (28S, 1km2): CB 7861, CB7872, CB7961, CB7962. Para o Pico Alvo e de concordância com a Directiva Habitats, encontram-se descritos os seguintes habitats naturais: Falésias com vegetalidade das costado macaronésicas (40% abrigo), Formações de Euphorbia arborescente (5%), Vegetalidade pioneira em zonas rochosas (5%).

O empenho florístico do Pico Alvo é engrandecido pela comissão de imposto endémicos da Macaronésia (9%), da Madeira (11%) e do Porto Venerável (3%), sendo o ímpar lugar do Porto Venerável onde se encontram determinadas vegetação, algumas cujo exclusivas do arquipélago madeirense, bravo porquê é o ímpar lugar do Porto Venerável onde existem redutos de flora crioulo melhor conservada, essencialmente refugiados nas escarpas pouco acessíveis ou inacessíveis.

No contextura deste plano pretende-se intervir em aproximadamente 50 % da superfície do Pico Alvo que apresenta uma vegetalidade congénito potencial, compreendendo ribanceira, falésias, zonas menos declivosas, poios, …, alguns terrenos foram exploradas velo varão (lavradio, pastoreio).

No global prevê-se a recobramento de aproximadamente 20 ha, envolvendo mormente vegetação endémicas da Macaronésia ou do arquipélago da Madeira, citadas para o Pico Alvo.

A recobramento de habitats incidirá essencialmente no habitat Falésias com vegetalidade das costado macaronésicas.

Procedimentos legais e administrativos necessários para a realização do plano:

Elaboração e amanho de projectos relativos à recobramento da Lar da Terreno Prado (Pico Alvo), superfície ambiente e viveiros, assim porquê comitiva da realização. Preparo de processos de aquisições nomeadamente, viaturas, equipamento perito e informático, etc., obtenção de negócios e contratação de recursos humanos.

Por formato a executarem as tarefas que lhes forem confiadas com maior eficácia, obrigação e autarquia. A elaboração destes técnicos é indispensável para a boa realização do plano.

[Aichryson dumosum (Lowe) Praegr., Andryala crithmifolia Ait., Chamaemeles coriacea Lindl., Cheirolophus massonianus (Lowe) A. Hans. et Sund., Convolvulus massonii Dietr., Geranium maderense P. F. Yeo, Jasminum azoricum L., Pittosporum coriaceum Dryand. ex Ait.]:

Inventariação e monitorização das espécies vegetalidade seleccionadas,           com paisagem à actualização da sua cartografia, indispensáveis para o prolongamento dos restantes negócios, ou seja para a efectiva conservação dos recursos genéticos vegetalidade;

Recolha de sementes e matéria vegetativo, com paisagem à sua incremento (in situ e ex situ) e conservação da versatilidade genética. As colheitas de sementes serão efectuadas com apoio nos objectivos definidos para cada uma das espécies, quer seja a conservação dos recursos genéticos vegetalidade no Banco de Germoplasma do Jardim Botânico da Madeira, reintrodução ou reforço de populações, e/ou utilização na recobramento de cobertos vegetalidade. A quantidade de sementes a serem colhidas procurará ser uma modelo representativa do sumo de versatilidade genética de cada uma das populações que evidenciem uma pluralidade ecotipica, e de populações isoladas ou recentemente fragmentadas. O algarismo mínimo de sementes a ser recolhida será disposto e pequeno velo algarismo totalidade de indivíduos por população de cada uma das espécies de laia a jamais afectar a ininterrupção a comprido prazo das populações existentes;

Propagação por sementeira e vegetativa, recorrendo a técnicas de incremento in vitro em casos específicos. A incremento através de sementes, estacas, e a lavoura in vitro, constituem meios adequados para exceder problemas de transcrição, muitas vezes associados a populações com sintetizado algarismo de indivíduos, baixa feracidade e fecundação;

Conservação de recursos genéticos vegetalidade no Banco de Germoplasma do Jardim Botânico da Madeira. A enfraquecimento significativa no algarismo de populações de espécies vegetalidade madeirenses torna improrrogável a apanha e armazenamento de sementes. Nascente indivíduo de conservação ex situ permite, em acontecimento de enfraquecimento significativa ou desaparecimento de populações naturais, o reforço ou reintrodução na natura. Para que as sementes constituam uma forçoso suplente da volubilidade da casta, é importante que sejam representativas da volubilidade alélica e do potencial evolutivo;

Estudo da morfologia, com paisagem ao agradecimento da existência de plasticidade fenotípica da casta, por formato a podermos comparar com a sua versatilidade genética e conseguir as adaptações aos habitats;

Estudo genético, através da estudo do DNA, com paisagem ao cultura da versatilidade genotípica. A utilização de metodologias moleculares permitem-nos calcular quais os indivíduos/populações que apresentem uma reduzida volubilidade genética. A notícia a cerca de a volubilidade genética possibilitará a despacho de indivíduos/populações mais adequados a acções que envolvam reforço ou reintrodução. Os estudos moleculares igualmente permitem a identificação de problemas genéticos tais porquê sistemas alélicos auto-incompatíveis, prejuízo de alelos devido a deriva genética e “inbreeding depression”, e concentração de mutações prejudiciais, as quais podem acarretar à anulação de uma casta;

Estudos de ecologia e biologia reprodutiva, com paisagem à identificação de factores que possam afectar o triunfo reprodutivo das espécies. O ordem reprodutor está relacionado com o indivíduo e frequência com que os indivíduos se reproduzem. Nas vegetação oriente indivíduo de perquirição envolve estudos na biologia da floração, longevidade e feracidade masculina e feminina, compatibilidade e dissipação do pólen, e causa, quantidade e jeito das sementes. O ordem reprodutor evoluiu no acepção de maximizar o triunfo reprodutivo, porém está adstrito a constrangimentos genéticos e ambientais os quais poderão levar ao insucesso reprodutivo. A planificação de programas de conservação in situ e ex situ de vegetação raras está intimamente dependente da identificação de factores que conduzam a falhas no triunfo reprodutivo;

Reforço de populações e reintrodução de espécies em cimalha risca de anulação [Andryala crithmifolia Ait., Aichryson dumosum (Lowe) Praegr., Jasminum azoricum L., Cheirolophus massonianus (Lowe) A. Hans. et Sund.] com paisagem à sua manutenção no condição congénito. A reintrodução e o reforço de populações naturais deverão ser implementados de uma formato controlada e integrada, baseando-se em conhecimentos a cerca de as espécies, presenciado a conservação dos habitats nem continuamente ser suficiente para a sua sobrevivência. Pretende-se acrescer a superfície de abrigo destas espécies, nomeadamente, prevê-se triplicar a superfície de Aichryson dumosum (Lowe) Praegr., na Ilhéu da Madeira; quadruplicar a superfície de Jasminum azoricum L., na Ilhéu da Madeira; flectir a superfície de Andryala crithmifolia Ait., na Ilhéu da Madeira e de Cheirolophus massonianus (Lowe) A. Hans. et Sund. na Ilhéu do Porto Venerável.

Recuperação da Lar da Terreno Prado (Pico Alvo) e superfície ambiente, incluindo viveiros;

Montagem de painéis solares;

Recuperação das cisternas e das canalizações existentes. Montagem de singular ordem de bombagem de chuva e de singular ordem de irrigação de arrimo aos viveiros;

Prestauração dos terrenos seleccionados com paisagem à recobramento do sonegado planta, por sementeira directa e brecha de vegetação propagadas nos viveiros;

Plantação nos terrenos seleccionados, com paisagem à recobramento do sonegado planta. Pretende-se que a superfície do Pico Alvo a ser plantada seja aproximadamente de 5 ha. Durante oriente plano jamais se prevê a erradicação de exóticas, porquê agora a sua comparecimento jamais constitui compleição infestante e atenua os efeitos da erosão do pavimento. As vegetação indígenas que serão objectivo de plantação manual, são as seguintes: Aeonium glandulosum (Ait.) Webb et Berth.; Aeonium glutinosum (Ait.) Webb et Berth.; Aichryson villosum (Ait.) Webb et Berth.; Andryala glandulosa Lam. ssp. glandulosa; Artemisia argentea L’ Hér.; Carlina salicifolia (L. fil.) Cav. var. salicifolia; Cheirolophus massonianus (Lowe) A. Hans. et Sund.; Crambe fruticosa L. fil; Crepis divaricata (Lowe) F. W. Schultz; Crepis noronhaea Babc.; Crithmum maritimum L; Cynara cardunculus L. var. ferocissima Lowe; Echium cf. nervosum Dryand.; Erica scoparia L. ssp. maderinicola McClintock; Erysimum arbuscula (Lowe) Snog.; Euphorbia piscatoria Ait.; Globularia salicina Lam.; Heberdenia excelsa (Ait.) Banks ex DC.; Helichrysum melaleucum Rchb. ex Holl; Hypericum glandulosum Ait.; Juniperus phoenicea L.; Satureja varia (Benth.) Webb et Berth. ex Briq. ssp. thymoides (Sol. ex Lowe) A. Hans. et Sund. var. thymoides; Asparagus scoparius Lowe; Lotus argyrodes Murr.; Lotus glaucus Dryand. in Ait. var. glaucus; Lotus loweanus Webb; Lotus macranthus Lowe; Matthiola maderensis Lowe; Olea europaea L. ssp. maderensis Lowe; Pericallis aurita (L’ Hér.) B. Nord.; Phagnalon hansenii Qaiser et Lack; Plantago arborescens Poir. ssp. maderensis (Dcne.) A. Hans. et Kunk.; Plantago leiopetala Lowe; Chamaemeles coriacea Lindl.; Phyllis nobla L.; Sideroxylon marmulano Banks ex Lowe var. marmulano; Saxifraga portosanctana Boiss.; Scilla maderensis Mnzs.; Scrophularia lowei Dalg.; Sedum nudum Ait. ssp. nudum; Senecio incrassatus Lowe; Siderites candicans Ait. var. multiflora (Bornm.) Mend.-Heu.; Sonchus ustulatus Lowe ssp. maderensis Aldr.; Tamus edulis Lowe; Tolpis succulenta (Dryand. in Ait.) Lowe; Vicia costae A. Hans;

Visitas guiadas no Jardim Botânico da Madeira para, oferecer a saber as vegetação endémicas exclusivas deste arquipélago, destacando as prioritárias e raras, alertar para as ameaças às populações naturais, e provar as medidas de conservação implementadas no contextura deste plano. Estas visitas destinam-se a formandos e formadores dos diferentes níveis de educação.

Encontros com responsáveis autárquicos, para oferecer a saber as vegetação endémicas exclusivas deste arquipélago, destacando as prioritárias e raras, existentes na respectiva autonomia e mormente alertar para as ameaças às populações naturais, e urgentes medidas a serem implementadas com paisagem à sua preservação.

Acções de elaboração destinadas a docentes do Instrução Capital e Inferior, a cerca de as vegetação endémicas exclusivas deste arquipélago, destacando as prioritárias e raras, ameaças às populações naturais, e medidas de conservação. Pretende-se que os docentes transmitam a notícia de uma formato mais adequada aos alunos. Prevê-se a execução de 4 acções de elaboração envolvendo murado de 120 formadores.

Elaboração e realização de singular calhamaço didáctico a cerca de as vegetação madeirenses ameaçadas de anulação e sua conservação, talhado aos formandos do Instrução Capital e Inferior. Lançamento do calhamaço, integrado numa acto de disseminação pública. Os livros serão distribuídos por instituições de educação e outras cujos negócios se encontrem relacionados com administração e conservação do património congénito, bravo porquê autarquias, etc.

Elaboração e realização de brochuras a cerca de o plano, talhado aos formandos Instrução Capital e Inferior. Nascente matéria será distribuído durante as visitas orientadas no Jardim Botânico da Madeira, nas acções de elaboração implementadas e noutras actividades de disseminação.

Elaboração e realização de autocolantes a cerca de as vegetação endémicas do arquipélago da Madeira, destinados aos formandos do Instrução Capital e Inferior. Nascente matéria será distribuído durante as visitas orientadas no Jardim Botânico da Madeira, nas acções de elaboração implementadas e noutras actividades de disseminação.

Elaboração e realização de singular poster/folhinha didáctico a cerca de as vegetação madeirenses ameaçadas de anulação e sua conservação, talhado aos formandos do Instrução Capital e Inferior. Serão distribuídos por instituições de educação e outras cujos negócios se encontrem relacionados com administração e conservação do património congénito, bravo porquê autarquias, etc.

Elaboração e realização de singular vídeo didáctico a cerca de o plano, talhado aos formandos do Instrução Capital e Inferior. Os vídeos serão distribuídos por instituições de educação e outras cujos negócios se encontrem relacionados com administração e conservação do património congénito, bravo porquê autarquias, etc.

Informação a cerca de as vegetação madeirenses e sua conservação, disponibilizada num écran táctil seguro na aposento de exposições do Jardim Botânico, preferencialmente destinada aos formandos do Instrução Capital e Inferior.

Montagem de exposições temáticas, fixas (Jardim Botânico da Madeira) e itenerantes (Escolas do Instrução Capital e Inferior e Câmaras Municipais) a cerca de o plano.

Divulgação dos negócios a cerca de o plano, através da participação em seminários, grupos de labor, exposições, etc.