A rotulagem do bolo de doçura de cana da Madeira

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Chegou a profundeza da colheita da cana-de-açúcar e distanciado inválido os tempos em que os agricultores tinham de estar à espera nas portas dos engenhos velo seu “cota” de supremo de cana para levarem para moradia e acolá fazerem o seu doçura de cana, assim uma vez que a sua própria cachaça.

O doçura de cana é, a partir de há muitos séculos, a “psique” da doçaria tradicional madeirense. Desta tradição, neste DICA iremos abordar – O Bolo de Doçura de Cana da Madeira.

Levante apetitoso néctar que dá velo nome de doçura de cana, e nunca desorientar com melaços e afins, pois o seu ordem de produção em zero tem a observar com aqueles produtos com que por vezes é desonestamente confundido, resulta do decocção da garapa extreme.

É no sinceridade da era festiva que levante brando tem o seu tema áureo e marco o sinceridade da imprudência do Natal na maioria das casas madeirenses. Quem nunca se lembra de empacotar os bolos de doçura de cana em papel planta para colocá-los em latas arredondadas para, lá da era natalícia, irem sendo consumidos ao comprido do ano? E, já presentemente, igualmente do generoso uso de conceder único bolo de doçura ou mais a quem quiçá tivéssemos alguma deferência e nos visitasse naqueles dias? Estes bolos nunca precisavam de levar algum sujeito de dístico pois sabia-se continuamente a sua procedência.

No entanto, quando se considera a industrialização, mesmo que por pequenos produtores, do Bolo de Doçura de Cana da Madeira, haverá que discorrer da “traje” do resultado e, uma vez que tal, voltamos a ancorar na “tecla” da rotulagem – tema precípuo, e com implicações legais, na apresentação do resultado.

Relembramos que quando se entra na comercialização dos Bolos de Doçura de Cana da Madeira, para lá do ordem burocrático inerente à formação de uma empresa, existe único outro colateral, de natura técnica, o qual dará chegada à anuência de manufactura e comercialização, que é o licenciamento das instalações de produção. Levante licenciamento é ocorrido em sofreguidão da Direção Regional de Cultivação e Prolongamento Rústico, mais concretamente na Direção de Negócios da Propensão e Estabilidade Cevar, situada à Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses, n.º 23, 2.º andejar. Após, embora seja arbitrário é aconselhado, haverá que prosseguir ao arquivo no Arrumação de Qualificação e Certificação do Doçura de Cana e da sua necessário doçaria (regimento instituído velo Decreto Legislativo Regional n.º 20/2006/M, de 12 de junho), neste facto na Direção de Negócios de Negócio Agroalimentar, no Prédio Golden Gate, 3.º piso.

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Ao estarem concluídos todos estes processos, haverá portanto que atender a outros aspetos, sendo único deles a rotulagem.

Assim sendo, passemos ao tema sugerido, descrevendo os principais aspetos a reputar na rotulagem do Bolo de Doçura de Cana da Madeira:

• Denominação de venda: “Bolo de Doçura de Cana da Madeira”, sendo as suas traduções opcionais. Nesta designação está já indicada a causa do resultado, nunca sendo essencial retornar a introduzi-la;

• Relação de ingredientes: têm de ser mencionados por método decrescente precedidos do fim “ingredientes:”.

Único panelinha: no facto do produtor nunca estar inscrito no arquivo que habilita ao hábito das Baliza “Bolo de Doçura de Cana da Madeira” (o Arrumação de Qualificação e Certificação supra mencionado), terá de exibir as percentagens de cada único dos ingredientes;

• Nome ou firma ou denominação civil e a moradia: estas menções têm de ser precedidas da expressão “produzido por:”;

• Lote: Indicação que permita identificar o lote de produção, o qual deverá ser representado pela escrita “L:”;

• Espaço: Uma vez que o Bolo de Doçura de Cana da Madeira tem uma duração cimo a 3 meses, deverá ser utilizada a seguinte letreiro: “Comer de predilecção antes de …” podendo sofrear o dia, mês e ano e assim permanecer dispensado da indicação do lote mencionado no parágrafo anterior;

• Quantidade líquida: deve ser indicada unicamente velo preço exato agregado à unidade aplicável, com espaçamento entre o preço do peso e a unidade “g” (exemplo: 500 g; 250 g);

• Símbolos adicionais: oferecido estarem a ser colocadas no mercado embalagens nunca reutilizáveis (embalagens de papel, cartão, plástico e de outros materiais, que têm único alvo singular e que, consequentemente, se transformam em resíduos de embalagens posteriormente o consumo do resultado que contiveram), é obrigatória a adesão a único maneira de administração integrada de embalagens e resíduos de embalagens, através da celebração de único conformidade com a Agremiação Objecto Verdejante (SPV).

Deverá ser contactada a SPV através do telefone: 21 010 24 00 e/ou elaborar a adesão online através do seguinte endereço eletrónico. Depois a adesão à SPV poderá portanto ser posto o respetivo distintivo gráfico, o qual deve acatar ao grafismo definido pela SPV.

Na embalagem, podem ainda ser utilizados, a partir de que os produtores estejam antecipadamente autorizados para tal, lá do timbre solene de autenticação “Bolo de Doçura de Cana da Madeira”, igualmente a marco “Resultado da Madeira”. Uma rotulagem correta, complementada pelos vários símbolos de certificação ao remendar é, para o consumidor, uma abonamento acrescida da tendência e genuinidade do resultado que estará a comprar.