A GESBA – Empresa de Gestão do Setor da Banana e a Federação Portuguesa de Golfe acabam de assinar um protocolo, fazendo da banana da Madeira a fruta oficial do golfe em Portugal.
Este acordo, que surge na sequência da campanha que tem vindo a ser desenvolvida junto do mercado continental, é uma nova parceria com o objetivo de promover a Banana da Madeira nas competições e de dar visibilidade e notoriedade do produto através dessa promoção.
O acordo, em que a GESBA oferece apenas como contrapartida a cedência de bananas da Madeira para consumo nos torneios, campeonatos e provas, organizadas pela Federação Portuguesa de Golfe, garante a presença da marca madeirense nos eventos da modalidade, sem qualquer dispêndio financeiro.
A Federação Portuguesa de Golfe que tem como principal objetivo fomentar e desenvolver a prática do golfe, organiza, para o efeito, diversas competições no território nacional. A associação à GESBA, empresa que comercializa a Banana da Madeira, vem introduzir este produto nas provas contribuindo para o aumento da notoriedade no mercado nacional e afirmando a Banana da Madeira como a fruta oficial deste desporto.
O referido protocolo vigorará pelo período de dois anos, prevendo-se que seja renovado por mais tempo.
«Com este protocolo a Banana da Madeira quer associar-se a um desporto que embora seja ainda percecionado como elitista é cada vez mais transversal. Vamos apoiar a Federação Portuguesa de Golfe no incentivo à adesão de novos desportistas que, erradamente, poderão considerar que, este desporto que lhes está “vedado”. Ao marcar presença nos torneios aproveitamos também para dar a conhecer os benefícios da banana nacional associados à prática desportiva», afirma Jorge Dias, porta-voz da Banana da Madeira.
«Como todos sabemos a nutrição de atletas de alto rendimento é fundamental e por isso faz todo o sentido ter uma fruta como a banana nas nossas competições. O facto de ser a Banana da Madeira faz com que esta parceria seja ainda mais importante para a Federação Portuguesa de Golfe, pois estamos a colaborar na promoção de um produto nacional», diz o Presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos.
Este acordo, que surge na sequência da campanha que tem vindo a ser desenvolvida junto do mercado continental, é uma nova parceria com o objetivo de promover a Banana da Madeira nas competições e de dar visibilidade e notoriedade do produto através dessa promoção.
O acordo, em que a GESBA oferece apenas como contrapartida a cedência de bananas da Madeira para consumo nos torneios, campeonatos e provas, organizadas pela Federação Portuguesa de Golfe, garante a presença da marca madeirense nos eventos da modalidade, sem qualquer dispêndio financeiro.
A Federação Portuguesa de Golfe que tem como principal objetivo fomentar e desenvolver a prática do golfe, organiza, para o efeito, diversas competições no território nacional. A associação à GESBA, empresa que comercializa a Banana da Madeira, vem introduzir este produto nas provas contribuindo para o aumento da notoriedade no mercado nacional e afirmando a Banana da Madeira como a fruta oficial deste desporto.
O referido protocolo vigorará pelo período de dois anos, prevendo-se que seja renovado por mais tempo.
«Com este protocolo a Banana da Madeira quer associar-se a um desporto que embora seja ainda percecionado como elitista é cada vez mais transversal. Vamos apoiar a Federação Portuguesa de Golfe no incentivo à adesão de novos desportistas que, erradamente, poderão considerar que, este desporto que lhes está “vedado”. Ao marcar presença nos torneios aproveitamos também para dar a conhecer os benefícios da banana nacional associados à prática desportiva», afirma Jorge Dias, porta-voz da Banana da Madeira.
«Como todos sabemos a nutrição de atletas de alto rendimento é fundamental e por isso faz todo o sentido ter uma fruta como a banana nas nossas competições. O facto de ser a Banana da Madeira faz com que esta parceria seja ainda mais importante para a Federação Portuguesa de Golfe, pois estamos a colaborar na promoção de um produto nacional», diz o Presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos.




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